Uma das histórias que mais me fascinam na bíblia é a história de Enoque.Ele foi uma das duas únicas pessoas que nos tempos das Escrituras foram arrebatados e nunca mais voltaram.Seu nascimento foi a muito tempo atrás mesmo, logo no começo da bíblia, antes mesmo do nascimento de Noé.Ele viveu 365 anos aqui na terra.
Esta história me fascina porque para mim Enoque era um homem que levava um vida normal, como a nossa, mas soube fazer essa vida diferente andando com Deus e tendo muita intimidade com Ele.A outra pessoa que foi arrebatada foi Elias, muito tempo depois, mas Elias era profeta e Deus fazia muitos atos impressionantes antes através de Elias e temos muita informação a seu respeito.Talvez por isso não me fascine tanto.Infelizmente não temos muita informação sobre Enoque, os versículos que encontramos sobre ele são:
“Enoque viveu sessenta e cinco anos e gerou a Metusalém.Andou Enoque com Deus; e , depois que gerou a Metusalém, viveu trezentos anos; e teve filhos e filhas. Todos os dias de Enoque foram trezentos e sessenta e cinco anos.Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si.”
Consequentemente, creio que tenha levado uma vida mais normal.Imagino Enoque andando pelas ruas e sempre conectado com Deus, sempre falando com Ele e Deus o respondia.Eu quero esse nível de intimidade ou maior [se ainda existir].
Passamos nosso tempo com Deus, geralmente 1 hora ou mais e saímos de lá muito satisfeitos.Mas quanto tempo será que Enoque passava com Deus?No mínimo 24 horas por dia, os sete dias da semana.Ele andava tanto com Deus, que Deus resolveu trazer ele logo para junto de si.Enquanto estava trabalhando ou fazendo qualquer outra coisa eles deviam estar em contato.E isso no tempo que não existia Jesus para nos representar e para nos redimir.Imagine quanta intimidade não podemos alcançar tendo Jesus [Nosso irmão mais velho] para nos representar.
Portanto, devemos nos empenhar e orar ao Senhor por mais intimidade.Vivemos num mundo mais atarefado do que nos tempos de Enoque, mas creio que sabendo colocar o Senhor na frente de tudo [isso se chama honrar ao Senhor], podemos ir alcançando níveis de intimidade maiores.Não tem uma fórmula para isso.Sabemos que não é fácil manter todos os dias uma comunhão com Deus, mas para honrá-lo algumas vezes somos constrangidos.Afinal, Ele nos comprou e nos adotou pelo maior preço possível: a vida do seu Filho.E em troca de passarmos tempo com Ele, saímos com uma satisfação que não existe em qualquer outra coisa do mundo e desfrutamos da Sua presença que nos revigora e nos renova.
Essa viagem foi o melhor tempo da minha vida.Queria poder ainda estar lá, mas infelizmente não deu.Se soubesse que ia ser tão bom teria marcado minha volta para esse mês, depois do spring break, que é um recesso de primavera que o povo tem por lá, mas acho que é só nas universidades. Parece que depois que eu cheguei até hoje é como se tivesse faltando alguma coisa. E lá era tão bom que não sentia saudades de casa.
Sinto saudades de tudo, da minha família, das conversas, dos passeios, de ouvir rádio bem alto no carro e depois de 1 hora e ver que algumas músicas já tocaram umas 4 ou 3 vezes, da internet de altíssima velocidade e wireless dentro de casa, de comer cereais para lanchar antes de dormir, do lactaid [leite bem gostoso e sem lactose], do twix pb [twix com recheio de peanut butter ao invés de caramelo e biscoito de chocolate ao invés de biscoito branco], do wendy's e seus frosties [tipo um sorvete], e mais ainda da starbuck's [que é um dos meus lugares favoritos porque sempre é quentinho e aconchegante, com um ótimo cheiro de café e com cafés ótimos como o Expresso Truffle o meu favorito e que eu ainda colocava além do açucar um pouco de pó de baunilha], do Olive Garden e suas massas muito gostosas, de abastecer o carro quando tinha que parar num posto de gasolina para abastecer, do clima frio, de assistir ugly betty pela internet em HD com minha prima pelo site do canal que passa abc.com [pois é o seriado preferido dela e aprendi a gostar kkkkkk], do ar-condicionado na casa inteira, do clima de sonho se tornando realidade, de mandar meu primo pequeno fazer as tarefas de casa da escola, do dia em que fui para Sunset Place com minha prima Wendy e Julia [uma das melhores saídas], do aluguel de filmes pela máquina por 1 dólar, das lojas das marcas que eu gosto além de mais baratas algumas em promoção, de andar pelas ruas com câmera e tudo mais sem se preocupar em ser assaltado.
Enfim, sou eternamente grato a Deus por Ele ter me proporcionado o melhor presente da minha vida.Os únicos problemas foi gastar dinheiro demais [um erro nas contas e no seu orçamento resulta em consequencias não muito boas] e não ter ainda mais dinheiro para comprar ainda mais e poder ir para outras cidades e não poder ter ido a New York City, pois não dava para meu primo me levar [não ter mais férias + crise financeira de lá resultou nisso].Mas pelo menos a esposa dele me fez um jantar americano, só com comidas típicas americanas, que não é hamburguer e batata frita, mas sim vagens com um molho, purê de batatas, meat loaf e de sobremesa pecan pie [que tava muuiiitooo booaa por sinal e é porque nem tinha saído do jeito certo], pois ela é americana gringa mesmo nascida em Cleveland, Ohio.Espero voltar logo!E logo abaixo segue um vídeo mostrando o caminho para Miami Beach.
E o difícil agora é voltar a vida real e estudar mais uma vez, o dia inteiro quase, para o vestibular de novo, e ter que fazer as tarefas domésticas da minha casa.
Vizcaya Museum and Gardens costumava ser a casa de um homem muito rico chamado James Deering entre os anos 1916 e 1925 [ano em que ele morreu].Ele era o vice presidente da companhia International Harvester Company que produzia máquinas para a agricultura.A casa era usada apenas no inverno, pois em Miami as temperaturas no inverno não são tão frias quanto são no norte do país.Para sua construção foram empregados 1000 trabalhadores, incluindo atesãos do Caribe e da Europa.Além da mansão e dos imensos jardins, também pertencia a casa uma fazenda, o lugar dos animais e muito mais.A casa se situa à beira mar e possui uma espécie de doca para receber visitantes.
O responsável pelo design do interior da casa foi um pintor de New York chamado Paul Chalfin.Ele e Deering viajaram pela Europa observando a arquitetura das casas e aproveitando para comprar coisas para a construção como portas, coisas para o teto, painéis para colocars nas paredes, coisas para a lareira, etc.Além dele o arquiteto F. Burrall Hoffman e o paisagista colombiano Diego Suarez [tem que ter um Diego no meio para fazer as coisas direito hehehehe] completavam o time encarregado da construção da casa.
frente da casa
A casa foi construída de modo a parecer uma casa italiana de 400 anos de idade e que foi habitada por várias gerações de uma família, que acrescentariam algumas reformas.Posso dizer que essa é bem a sensação que se tem ao entrar lá.Há 34 cômodos ba casa, decorados com uma mobília dos séculos XV ao XIX.Aparentemente é uma casa com apenas um andar para cima, mas entre o térreo e o 1 andar há um andar intermediário com as instalações dos empregados.Já os jardins elementos franceses e renascentistas italianos e demoraram 7 anos para serem construídos.Eles possuem várias fontes, muitas estátuas, jardins temáticos.
fundos da casa
ainda nos fundos
Após o furacão de 1926 que devastou grande parte de Miami e da mansão, os herdeiros contrataram Paul Chalfin mais uma vez para ele fazer a primeira restauração da casa e planejavam manter a casa como uma atração, mas o furacão de 1935 frustou seus planos.A maioria das terras foram vendidas e em 1952 eles venderam a casa por um valor abaixo do estimado para a prefeitura de Miami e doaram a mobília e as obras de arte para ela também.
É um passeio que todos que vão a Miami devem fazer, pois vale a pena, mesmo tendo que pagar 15 dólares para entrar.A única coisa ruim é que não é permitido tirar fotos no interior da casa.Mas até que tirar fotos do jardim e do resto recompensa isso.E é muito interessante ver o cuidado de fazer cada cômodo com uma personalidade diferente e uma mistura de estilos diferentes.A casa inclusive tinha dois elevadores, o que na época refletia luxo e riqueza e um dos elevadores dava na piscina.A casa tinha 2 cozinhas e uma sala de café da manhã muito legal no 1 andar com uma vista linda dos jardins.Ela também tinha alguns aparatos modernos como telefone [inclusive com uma salinha para ele] e interfone.E ela foi todo contruída com esses tijolos feitos de corais.
piscina da casa, onde um elevador descia até lá
jardim das orquídeas
parte separada da casa, creio que destinada a leitura ou lazer na parte alta dos jardins, devia ser bem relaxante
Quando se pensa em Orlando rapidamente vem a mente os parques ali presentes, principalmente o WaltDisneyWorld.Realmente, ela é uma cidade voltada para o turismo e juntamente com as cidades vizinhas polarizam o turismo da Florida também, pois é difícil ver uma pessoa que viajou para esse estado e não passou algum dia nelas.Além dos vários parques de diversões, outras atraçõesimperdíveis são os outlets, onde você compra coisas de marca por preços baixos.
Estive em Orlando com minha família semana passada, uma semana antes de voltar para o Brasil [infelizmente já estou aqui no Brasil desde quarta-feira de tarde =(], passamos apenas dois dias lá.Viajamos na terça-feira de noite e chegamos lá de uma hora da manhã, são quatro horas de viagem.Para chegar lá você pode ir pela I-95, que te leva até New York de graça, mas que se distancia um pouco de Orlando ou pela Florida Turnpike, uma estrada ampla que vai até Orlando e que passa por dentro de Miami também, onde se paga pedágio, e o custo de pedágio até Orlando é caro.
No outro dia fomos no parque Islands os Adventure que mesmo sendo um parque diferente, faz parte do Universal Studios, mas se paga outra entrada para ir nele.Ele é mais barato que a Disney e tem brinquedos mais emocionantes, mas mesmo assim é caro se o preço da entrada for convertido em reais: uns 80 dólares.As montanhas-russas são muito legais e nem se comparam com as que eu ja fui aqui no Brasil, é uma pena que só tem duas: Hulk e DuelinDragons
parte dos super-heróis da marvel
parte mais voltada para crianças chamada Seuss Land
A Hulk é a primeira montanha-russa que eu vi que vai bem rápido na subida.Quando ela começa a subir, ela vai subindo normal, mas depois para e vai bem rápido, a partir daí vem uma sequência de quedas, loopings e twists impressionantes e numa velocidade rápida.Já a DuelinDragons é mais radical ainda.Os trens são suspensos e ela é na verdade duas montanhas-russas em uma, que se entrelaçam durante o percurso.Ainda na fila você tem que decidir se quer fogo ou gelo, ou seja, se que ir na montanha-russa azul ou vermelha. Eu fui na gelo [azul].Elas são rápidas, mas o percurso é maior e tem mais twists e loopings e muitas vezes se tem a impressão que as duas vão bater.Em ambas fui na primeira fila e o legal desse parque é que quando vai chegando no final da fila, ela se divide em duas: uma para a primeira fila e a outra para as restantes.
duelin dragons
Fora as montanhas-russas, meus outros brinquedos preferidos desse parque foram o Dudley Do-Right's RipsawFalls e o TheAmazingAdventuresofSpider-Man.O primeiro é um brinquedo em que você entra num tronco de quatro assentos e vai flutuando pelo curso de água enquanto você acompanha uma história e durante isso, vai tendo várias quedas.Pensei que não ia me molhar muito, mas saí ensopado.No segundo, você sobe em um veículo que seria uma nova invenção para os transportes, mas os vilões do homem-aranha se juntaram para sequestrar ele.É uma aventura em 3D bem interessante, porque você pensa que as coisas vão realmente bater em você e a interação ainda vai além, pois quando algum vilão joga fogo aparece fogo e um vente quente, quando alguma água é espirrada na história, pingos de água caem em você, etc.
Dudley Do-Right's Ripsaw Falls Pensei que nãi ia me molhar muito, mas olha eu e wendy ensopados depois de ir lá
parte da redação da fila do Spider-Man Adventures Eu, waldsinho, tia clarice e tio wal com nossos óculos 3D na fila do Spider-Man Adventures
É uma pena que esse parque fecha cedo, de seis horas da noite.
No segundo e último dia fomos ao lugar que é o sonho de muita gente conhecer, realmente eu posso dizer que é um lugar mágico: WaltDisneyWorld.O WaltDisneyWorld é composto de 4 parques separados e é um complexo realmente gigante, do tamanho de uma cidade eu acho.Dentro de lá tem os 4 parques [MagicKingdom, Epcot, Hollywood Studios e Animal Kingdom], DowntownDisney [um lugar cheio de lojas e restaurantes até que famosos], vários hotéis e resorts e os dois parques aquáticos da Disney, talvez seja por isso que é o parque que tem os ingressos mais caros.Como só tinhamos um dia, resolvemos ir ao MagicKingdom, que é o parque clássico da Disney, onde tem os personagens, o castelo da Cinderela, etc. Quando vi a placa de bem-vindo ao MagicKingdom pensei que o parque era lá, mas estava enganado, lá é onde você compra os tickets e pega um tipo de trem, o Monorail, para realmente chegar no parque.Aí é que você vê a dimensão do parque.Depois de uns 10 ou 15 minutos de viagem, o trem chega no lugar propriamente dito.
real entrada do Magic Kingdom
Lá tudo é bem bonito e é dividido em 7 áreas com temas diferentes.Os brinquedos que mais gostei foram O LaughterRoom, SpaceMountain e o PhillarMagic.O primeiro foi também o primeiro brinquedo que fui e é um show de comédia ao vivo, com os personagens do Monstros S.A. fazendo brincadeiras e piadas com a platéia, realmente interagindo com ela, direto da tela de cinema. Eu pensei que ia ser sem graça, mas não é.Realmente vale a pena ir.O segundo é uma montanha-russa com toda uma ambientação do espaço e toda no escuro. Não é tão radical, mas você nunca sabe o que vem pela frente.O último é uma atração em 3D, em que Donald perde o chapéu mágico do Mickey e vai passando por vários dos desenhos mais famosos da Disney. Eu achei a parte de 3D melhor que a do Spider-Man do islandsofAdventure e também tem a mesma interação com água de verdade, quando aparece água espirrando no filme.
Montanha-russa Big Thunder Mountain Railroad
na fila do Phillar Magic com os óculos 3D
na cozinha da casa da Minnie
quarto do Mickey, pena que não se pode entrar
Atividade clássica na Disney: fotos com o Mickey e a Minnie
Às 8 horas da noite, as luzes se apagam e começa a parada Spectromagic, com carros cheios de luzes e os personagens famosos da Disney.Às 9 horas da noite é o fechamento do parque com o bonito show pirotécnico Wishes, sobre o poder dos seus desejos e tal.Não pude acompanhar o Wishes, porque meu primo falou que ele e meus tios estavam saindo do hotel depois que a parada passou por nós e então corremos para pegar o trem e chegar no começo do parque. Mas eles ainda demorariam ao redor de uma hora para chegar por lá, então assistimos tudo de longe.Depois que saímos de lá,fomos num restaurante brasileiro, Camila's, para jantar e depois pegamos a estrada de volta para Miami.
Enfim, fiquei impressionado em como eles fazem a decoração do parque e principalmente a ambientação nos brinquedos, isso é notável principalmente na Disney.Mesmo não tendo brinquedos tão radicais quanto o outro parque, pois eles tem o conceito de diversão para a família toda, os brinquedos são muito interessantes e bem projetados.E os dias que fomos tivemos sorte de não ter tanta gente, então o tempo máximo de fila que pegamos foi de 1 hora em um único brinquedo, mas o tempo médio de fila era de 20, 25 minutos de fila.E o melhor é que os parques informam na entrada dos brinquedos o tempo de fila estimado.A única coisa ruim é que não se pode tirar fotos dentro dos brinquedos.
P.S.: Já cheguei no Brasil desde quarta-feira passada como já disse e desde que cheguei játou com saudades, no começo estava morrendo de saudades, mas agora já tá passando mais a agonia. Ah e aqui embaixo segue uma foto da casa ao contrário que tem Orlando que eu não entrei, mas só vi do lado de fora.
O Everglades ocupa grande parte da Florida e acho que é maior do que a área pertencente ao parque nacional de mesmo nome.É uma área pantanosa, que é o lar de diversas espécies diferentes, incluindo os alligators [quase um jacaré].Meu primo me levou nesse parque onde você pode ver os alligators e andar de airboat [aquele barco que tem uma hélice gigante na parte de cima], que fica bem ao sul de Miami, em outra cidade que nao tenho certeza do nome.Mas, antes paramos num lugar chamado "Robert is here..." que vende frutas e milk-shakes de frutas e que tem um monte de animais na parte de trás.
Quando você chega no parque, você entra como numa lojinha que vende várias coisas relacionadas a Florida e a alligators.No caixa você compra as entradas do airboat.Quando a gente entrou ainda nao tava na hora do airboat, então a gente foi assistir um show de um homem com umas cobras.é engraçado a parte que ele chama alguém da platéia para fazer parte e nesse dia foi uma mulher que tinha medo de cobrar.O homem colocou uma cobra pequena na mão da mulher, e ela começou a ficar bem nevosa a ponto de começar a chorar.Depois, ele mandou ela fechar os olhos e ele colocou uma python bem grande nos ombros dela.A mulher chorava e gritava e o marido ou namorado dela ainda tirou fotos dela naquele estado.
Depois de assistir o show, fomos andar de airboat.A primeira parte do passeio é devegar e o motorista mostra onde estão os alligators no caminho e você pode ficar de pé, além de não precisar usar a proteção de ouvido.A segunda parte, o barco alcança a velocidade máxima possível e dá alguns 360.
depois do passeio de airboat, vimos o show do homem com os alligators
É um lugar que todos devem visitar para conhecer mais sobre essa parte interessante da Flórida e também para ter um pouco de emoção.
O Holocaust Memorial [Memorial do Holocausto] de Miami Beach é um lugar bem interessante para se visitar.O seu projeto comecou em 1984 quando um grupo de judeus sobreviventes do Holocausto formaram um comitê dedicado a construção de um Memorial às vítimas desse grande massacre.Um ano mais tarde esse comitê se transformou em uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de formar um comitê permanente, localizar um lugar para o Memorial ser construído de desenvolver idéias para ele.A cidade de Miami Beach doou o terreno e o arquiteto e escultor Kenneth Treister ficou encarregado de projetar o local e de fazer as esculturas.Finalmente, o Holocasut Memorial foi aberto ao público em Fevereiro de 1990.
Ele é como se fosse uma praça, não é um lugar fechado.Você entra e já se depara com lago e uma mão gigante no meio. No chão tem escrito: ”Em memória dos 6 milhões de judeus vítimas do holocausto”.Dos lados, pode-se ver algumas estátuas de mães e crianças em agonia. Indo pelo corredor em semi-círculo, é possível ler a história do Holocausto que foi impressa em em uma grande parede de granito preto, e quando eu digo impressa, é impressa mesmo, como se alguém tivesse colocado as pedras numa impressora, tem fotos e tudo.
Após o corredor, há uma parte em que se pode ler um versículo do Salmo 23 e um corredor com uma entrada redonda. Nesse corredor tem o nome de todos os campos de concentração e é um pouco assustador porque ele é um pouco escuro e tem o som de crianças cantando músicas em hebraico [parecem ser músicas tristes] saindo de uns alto-falantes um pouco escondidos. No final desse corredor se vê a e uma estátua de uma criança chorando e pedindo ajuda.Quando se chega no final, entra-se no local onde a mão gigante está, ao seu redor há várias estátuas de pessoas chorando ou sofrendo, pessoas que estavam em campos de concentração e que estão só a pele e o osso e também estátuas de crianças chorando. Podemos ver que a base de mão é formada por várias dessas pessoas, como se elas estivessem segurando a mão.As paredes ao redor são de granito e nelas estão gravadas os nomes das vítimas.